Não podia deixar de escrever:
Afinal, quem nos ama?
Afinal, quem nos ouve?
Afinal, quem nos deixa com saudades imensas?
O fado que é só nosso?
A saudade que não tem tradução?
Os amigos que procuramos e não estão?
O tempo de espera que, acreditem, não é só vosso?
São vocês, é claro!
Somos nós que vos esperamos!
As pessoas que nos são queridas
Que procuramos na multidão,
Mas que depressa desistimos
E voltamos à solidão, porque não estão...
Neste continente que amo
Mas que não é o meu lar
Até que vocês estejam todos aqui
Olhos nos olhos, nesses olhos que eu conheci
À distância de um abraço
Aquele abraço com vontade de abraçar!
Queremo-vos aqui!
Queremo-vos como nunca!
Queremo-vos agora!
Queremo-vos...
Até já!
terça-feira, 27 de outubro de 2009
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Eu sabia que havia uma razão para te amar (que não tinha só a ver com o facto de saberes cozinhar e seres pacieeeeeeeente).
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