domingo, 18 de outubro de 2009

Hoje é noite de concerto no Miami Beach!

É fim-de-semana! Vamos sair!

Rumámos à ilha bem cedo, por volta das 16h, já prevendo o trânsito que mais tarde se faria sentir para entrar na ilha de Luanda.
Não tínhamos almoçado ainda e por isso há que tratar de encher a pança. Sabíamos que havia mais um amigo que estava na cidade e combinámos com ele encontrarmo-nos no “Cais de 4”.
Um barzinho mesmo à entrada da ilha. Lá chegámos. O bar estava a ser limpo e por isso tivemos de ir para o bar ao l
ado. O “Chimarrão”. –Hmmmm. Este nome não me é estranho…
Sentámo-nos numa mesinha. Entretanto já tínhamos encontrado o tal amigo que estava na cidade.

O Jubero. Um velho amigo de Aveiro, antigo dono do restaurante/bar Olaria no Centro de Congressos de Aveiro.
A ementa foi b
em portuguesa: moelinhas, “Joaquim Zinhos”- é assim que lhes chamam – e picapau.
Uns dedos de amena cavaqueira e já eram 19h.
- Onde vamos beber um cop
o e fazer tempo até à hora do concerto?
- Vamos ao Delmar. É um bar bem calminho com boa música e um ambiente interessante.
Assim foi, fomos para
o Delmar onde ainda havia pouca gente. Sentámo-nos numa mesa e lá vai de pedir o Gin Tónico da ordem. Um, dois, três, mais um pouco de conversa, quatro, cinco gins! E chegou a malta da pesada!
Mais um copo para animar e começamos a ouvir música! Tinha começado o concerto de P
aulo Flores e Tito Paris. O Miami Beach era mesmo ali ao lado. Num passo apressado lá fomos para o concerto.

A primeira surpresa da noite apareceu logo que chegámos. – Malta! As minis são à BORLA!!!! – Começou a desgraça! Toca a pedir minis em barda, umas atrás das outras. Estava-se a adivinhar que ia ser uma noite longa! De um lado estava o concerto do Paulo Flores e Tito Paris. E do outro estavam as minis! MUITAS MINIS!!!
A noite foi avançando e, como seria de espe
rar, os ânimos começaram a aquecer. Os sorrisos eram mais abundantes e naturais, a descontracção começou a tomar conta dos nossos espíritos e as minis não paravam de chegar às nossas mãos, trazidas pelas simpáticas empregadas que cedo perceberam que nós seriamos os clientes mais assíduos das suas passagens por entre a clientela.

É claro que não defraudamos as expectativas das meninas e sempre que passavam por nós, fazíamos questão de esvaziar as bandejas que traziam repletas de cerveja.

O relógio não parou e a noite foi avanç
ando a passos largos. A noite estava quente, e como o bar ficava mesmo ali em cima da praia, toca de ir até à beira-mar para apanhar um ar mais fresco. Lá nos juntámos no areal. Toca a arregaçar as calças e molhar os pés ou mesmo tomar um banho de mar, mas nunca sem levar pelo menos uma mini para ajudar a refrescar.

Estávamos nós em pleno areal quando, vinda das profundezas do oceano atlântico, aparece uma sereia! Uma nativa que, como nós tinha aproveitado bem a noite, resolveu presentear-nos com uma bela dança à beira-mar.
Com um corpo bem torneado, a dançar como só eles dançam, deixou-nos a todos boquiabertos com aqueles movimentos de anca suaves e sensuais. Foi um show que durou u
ma boa meia hora e em que alguns de nós não perderam a oportunidade de se aproximarem e tentarem umas investidas amigáveis.
A noite continuou e o ca
nsaço foi-se apoderando de nós. Estava na hora de voltar para casa, porque no dia seguinte tínhamos de ir levar o Sr. Paulo Baptista ao aeroporto. Estava de regresso a Portugal, mais concretamente a Águeda.

Fiquem com esta bela imagem.

Até já!!:)

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